
Se o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, admite que o governo Lula testa os "limites de tolerância" da Lei Eleitoral e nenhuma atitude é tomada para coibir a antecipação da campanha, é possível acreditar que as disputas de 2010 vão institucionalizar o vale-tudo ! Nunca antes na história deste país essa atitude saiu impune, mas agora parece legal emitir sinais eleitoreiros nas margens do São Francisco, nas cercanias do Palácio do Alvorada e nas "inspeções" de obras lentas do PAC. Quem pagará pelo dinheiro público que está sendo utilizado na campanha, com tenda árabe no meio do sertão, com nove cozinheiros, 22 garçons, cantor de forró e aviões e helicópteros transportando lulopetistas ? Não sabia que o TSE e os TRE's têm "limites de tolerância".
Trocando em miúdos, para bom entendedor, o processo eleitoral do vale-tudo está virando uma zona, por causa das más intenções históricas do Congresso Nacional que não aprova uma reforma política para valer, com fidelidade partidária, voto distrital e até as burocráticas listas partidárias. Quem duvida disso precisa observar o desdém no tratamento aos candidatos com fichas sujas, que mereceu a mobilização da sociedade civil - Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - que reuniu 1,3 milhões de assinaturas em projeto de iniciativa popular, crentes em mudanças.
A Internet liberada, com algumas pequenas restrições, logo será usada antes do prazo para apresentar candidaturas e antecipar os pedidos de votos. Observo que há um certo conformismo geral, mesmo com os partidos - PSDB, DEM e PPS - de oposição ao PT e ao lulopetismo, representando pedido de punição à campanha eleitoral antes do prazo à justiça responsável pela aplicação das novas regras. Acho que ninguém acredita na capacidade de fiscalização e punição pelos tribunais eleitorais, porque o presidente Lula não se preocupa mais em pedir votos e torcer pela sua candidata, enquanto a ministra Dilma Roussef, como ouvi hoje de comentaristas políticos no rádio, que "bate como homem", cândidamente diz que a oposição a persegue por preconceito contra o fato de ser mulher.
Como disse a senadora Marina Silva (PV), o governo Lula está usando a máquina pública para fazer campanha: "Há um incômodo legítimo da sociedade; essa ida ao São Francisco em caravana caracterizou um ato de campanha; os atos falhos falam por si. Não tem nada a ver com ser homem ou mulher."
Esse cenário abusivo merece aquela comparação que Dilma Roussef sempre gosta de fazer: quem respeitou mais a democracia e as regras do jogo por eleições limpas e sem corrupção. A história registra que FHC jamais manipulou a igualdade de oportunidade na competição eleitoral !
Enquanto o PT, Lula e os seus lulopetistas aloprados...
Trocando em miúdos, para bom entendedor, o processo eleitoral do vale-tudo está virando uma zona, por causa das más intenções históricas do Congresso Nacional que não aprova uma reforma política para valer, com fidelidade partidária, voto distrital e até as burocráticas listas partidárias. Quem duvida disso precisa observar o desdém no tratamento aos candidatos com fichas sujas, que mereceu a mobilização da sociedade civil - Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - que reuniu 1,3 milhões de assinaturas em projeto de iniciativa popular, crentes em mudanças.
A Internet liberada, com algumas pequenas restrições, logo será usada antes do prazo para apresentar candidaturas e antecipar os pedidos de votos. Observo que há um certo conformismo geral, mesmo com os partidos - PSDB, DEM e PPS - de oposição ao PT e ao lulopetismo, representando pedido de punição à campanha eleitoral antes do prazo à justiça responsável pela aplicação das novas regras. Acho que ninguém acredita na capacidade de fiscalização e punição pelos tribunais eleitorais, porque o presidente Lula não se preocupa mais em pedir votos e torcer pela sua candidata, enquanto a ministra Dilma Roussef, como ouvi hoje de comentaristas políticos no rádio, que "bate como homem", cândidamente diz que a oposição a persegue por preconceito contra o fato de ser mulher.
Como disse a senadora Marina Silva (PV), o governo Lula está usando a máquina pública para fazer campanha: "Há um incômodo legítimo da sociedade; essa ida ao São Francisco em caravana caracterizou um ato de campanha; os atos falhos falam por si. Não tem nada a ver com ser homem ou mulher."
Esse cenário abusivo merece aquela comparação que Dilma Roussef sempre gosta de fazer: quem respeitou mais a democracia e as regras do jogo por eleições limpas e sem corrupção. A história registra que FHC jamais manipulou a igualdade de oportunidade na competição eleitoral !
Enquanto o PT, Lula e os seus lulopetistas aloprados...




